quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
OVOS OU BACON? COMO SE DEDICAR AO TRABALHO SEM SE MATAR
Qual é o significado do trabalho na sua vida? Você já fez essa pergunta para si mesmo? Atualmente o trabalho tem trazido conflitos imensos para todos nós, enquanto uns sonham com a oportunidade do primeiro emprego ou de uma recolocação no meio ocupacional, outros se encontram em meio a um outro dilema: Como trabalhar bem e continuar mantendo um bom nível de qualidade de vida? Se não ter um trabalho pode ser desesperador, não ter tempo para usufruir as conquistas obtidas através dele, também pode ser extremamente frustrante.
Em uma recente pesquisa acerca das prioridades de vida dos profissionais, descobriu-se que entre 36 e 45 anos de idade praticamente 70% dos executivos brasileiros estão completamente focados na carreira, ou seja, não estão preocupados com as suas necessidades pessoais, apenas 18% tem a preocupação de equilibrar vida pessoal e profissional. Já entre os mais velhos, entre 45 e 55 anos, o processo é diferente, a busca por uma vida mais equilibrada cresce para 25% e o interesse pela ascensão profissional cai para 62%. Certamente você pode estar pensando: “Lógico, os mais velhos já conquistaram tudo que ambicionavam.” Esse é um bom momento para realizar alguns questionamentos:
Muitos profissionais encaram a dedicação profissional com a mesma dramaticidade do porco, é preciso dar a própria vida pela empresa. Isso não é ser comprometido, é ser suicida ou no mínimo, em um curto espaço de tempo, uma pessoa muito mal humorada, depressiva e infeliz. Para trabalhar bem é preciso estar bem, em primeiro lugar, consigo mesmo.
Muitos teóricos afirmam que o trabalho pode trazer tanto ou mais prazer que a vida pessoal, isso não é verdade. O trabalho certamente traz realização, mas quem trabalha sabe que as pressões são grandes, que o reconhecimento nem sempre vem e que as empresas descartam as pessoas com muita facilidade. Justamente devido a isso é que não se deve apostar todas as fichas da vida no trabalho, é preciso outras vertentes de felicidade e realizações e cada um deve procurar as suas. Não podemos entrar na dança corporativa e acreditar que devemos ser medidos pelas horas do dia que passamos na empresa ou nos sacrificando por ela. A obrigação de um bom profissional é realizar as suas atividades com dedicação, ética e qualidade, sendo comprometido com trabalho e não escravo dele. Caso contrário a chance de virarmos bacon, será infinita.
Em uma recente pesquisa acerca das prioridades de vida dos profissionais, descobriu-se que entre 36 e 45 anos de idade praticamente 70% dos executivos brasileiros estão completamente focados na carreira, ou seja, não estão preocupados com as suas necessidades pessoais, apenas 18% tem a preocupação de equilibrar vida pessoal e profissional. Já entre os mais velhos, entre 45 e 55 anos, o processo é diferente, a busca por uma vida mais equilibrada cresce para 25% e o interesse pela ascensão profissional cai para 62%. Certamente você pode estar pensando: “Lógico, os mais velhos já conquistaram tudo que ambicionavam.” Esse é um bom momento para realizar alguns questionamentos:
- Será que só temos direito de desfrutar a vida após os 55 anos?
- Será que se procurássemos ter vida própria em uma proporção mais equilibrada com a vida profissional, ao final não obteríamos as mesmas conquistas e sendo mais felizes?
- O que é preciso efetivamente ser conquistado para se viver bem?
- Até que ponto você quer ou até que ponto vale renunciar tudo pelo trabalho?
Muitos profissionais encaram a dedicação profissional com a mesma dramaticidade do porco, é preciso dar a própria vida pela empresa. Isso não é ser comprometido, é ser suicida ou no mínimo, em um curto espaço de tempo, uma pessoa muito mal humorada, depressiva e infeliz. Para trabalhar bem é preciso estar bem, em primeiro lugar, consigo mesmo.
Muitos teóricos afirmam que o trabalho pode trazer tanto ou mais prazer que a vida pessoal, isso não é verdade. O trabalho certamente traz realização, mas quem trabalha sabe que as pressões são grandes, que o reconhecimento nem sempre vem e que as empresas descartam as pessoas com muita facilidade. Justamente devido a isso é que não se deve apostar todas as fichas da vida no trabalho, é preciso outras vertentes de felicidade e realizações e cada um deve procurar as suas. Não podemos entrar na dança corporativa e acreditar que devemos ser medidos pelas horas do dia que passamos na empresa ou nos sacrificando por ela. A obrigação de um bom profissional é realizar as suas atividades com dedicação, ética e qualidade, sendo comprometido com trabalho e não escravo dele. Caso contrário a chance de virarmos bacon, será infinita.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Amizade verdadeira
Para um cão,você não precisa de carrões,de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?
terça-feira, 8 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
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