sexta-feira, 28 de novembro de 2008
PERDOEM
Que refletem em bocas de fome
De crianças famintas em filas cruéis...
Perdoem a violência gerada
Que afeta orfãos carentes
Mutilados de dignidade...
Perdoem a ambição do poder
Que corroe como um vulcão
Levando consigo vidas inocentes...
Perdoem os que não enxergam
Que a humanidade
Está soterrada em um materialismo aparente...
Perdoem os homens de boa vontade
Que cruzam os braços
E fecham os olhos para a vida...
abraços fraternos
(infelizmente, desconheço o nome do autor)
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
PAULISTANO É MAIS INFELIZ NO SEXO, REVELA PESQUISA
Enquanto isso, na média do País, 20,5% dos homens e 23,6% das mulheres no Brasil se dizem insatisfeitos com o sexo que praticam. Os dados foram revelados pela pesquisa Mosaico Brasil, conduzida pela coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, Carmita Abdo.
No total, foram ouvidos 8.237 homens e mulheres com mais de 18 anos de dez capitais. Em São Paulo, foram 1.526 pessoas. O objetivo é revelar como o brasileiro avalia seu desempenho e satisfação sexual.
O ranking das capitais aponta que em Cuiabá 13,8% dos homens e 21,2% das mulheres consideram a vida sexual como regular ou péssima. Em seguida está Manaus, com 15,8% dos homens e 15,8% das mulheres; Belo Horizonte, 17,2% dos homens e 24,4% das mulheres; Curitiba, 17,5% dos homens e 20,5% das mulheres; Porto Alegre, 17,9% dos homens e 19% das mulheres; Rio, 22,2% dos homens e 21,5% das mulheres; e Salvador, 22,7% dos homens e 28,9% das mulheres. As informações são do "Jornal da Tarde".
do UOL Notícias
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
CURITIBANO É O QUE MENOS FAZ SEXO
São Paulo - A personalidade fechada e conservadora tem reflexos no comportamento afetivo e sexual dos curitibanos. Se comparado a habitantes de outras nove capitais brasileiras, o curitibano é o povo que menos faz sexo. As mulheres da capital paranaense são as que menos diferenciam sexo de amor e as que apresentam menor índice de satisfação em relação à vida sexual. Os homens são os que menos usam preservativo e os que se mostram mais conservadores quanto ao sexo sem envolvimento. Os curitibanos são ainda os que afirmam ter o menor número de parceiras significativas ao longo da vida, mas são os que mais conversam sobre sexo com a família.
Os resultados fazem parte da pesquisa Mosaico Brasil, patrocinada pela Pfizer, que entrevistou 8.237 pessoas em dez cidades brasileiras ao longo de 2008 com o objetivo de traçar um perfil do comportamento afetivo-sexual do brasileiro.
Segundo o estudo, os homens de Curitiba têm em média 2,7 relações sexuais por semana e as mulheres 2,1. Os números estão abaixo da média nacional, que é de 3,1 relações para os homens e 2,7 para as mulheres. Os campeões na cama são os homens mineiros, que têm em média 3,8 relações por semana e as mulheres de Manaus, com 2,7.
Amor é bossa nova
A pesquisa revelou ainda uma mudança no comportamento em relação há algumas décadas. Homens e mulheres estão separando sexo de amor. Os dados nacionais mostram que 61% dos homens e 54% das mulheres distinguem a vida sexual da vida afetiva. Em Curitiba, no entanto, a visão é um pouco mais conservadora: apenas 43% das mulheres fazem essa separação, a menor média entre as capitais. Homens de Fortaleza (65,9%) e mulheres de Manaus (60,4%) são os que mais se destacam nessa distinção.
O estudo apontou também que para 45% dos brasileiros a vida sexual e afetiva é satisfatória. No entanto, quando se separam as duas coisas, quase 30% dos homens e mulheres se dizem realizados apenas afetivamente. Mas o percentual de homens que se diz realizado apenas sexualmente é o dobro do das mulheres, 15,8% contra 8,7%. Regionalmente, os índices mais baixos de satisfação sexual foram encontrados entre os homens de Manaus (10,7%) e as mulheres de Curitiba (7,1%). Os mais realizados sexualmente são os homens de Porto Alegre (18,4%) e as mulheres de Fortaleza (10,7%).
Para a responsável pelo estudo, a professora Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas de São Paulo, a pesquisa mostra bem as diferenças culturais e comportamentais das diferentes regiões do Brasil. “O sexo não é um assunto que faz o curitibano perder a cabeça. Em outras pesquisas já demonstramos que o curitibano é o povo mais fiel. Ele valoriza o sexo, mas não tanto como os mineiros, por exemplo”, comenta.
Em relação à qualidade de vida, o sexo apareceu como terceiro item mais importante entre os homens e o oitavo entre as mulheres de todo o Brasil. As paulistanas são as que mais o valorizam, colocando a vida sexual satisfatória como o terceiro indicador de qualidade de vida. Homens cariocas são os que dão mais importância ao sexo. São eles também os que menos vêem problema em ter relações sexuais sem envolvimento (82,7%). Os curitibanos, ao contrário, são os mais conservadores, apenas 65,5% dos homens fariam sexo sem envolvimento. Entre as mulheres, as mais reservadas são as mineiras: apenas 30,9% delas iriam para a cama com alguém que não estivessem envolvidas.
De acordo com o levantamento, os homens de Curitiba são os que menos usam preservativo: 38,7% afirmaram nunca se proteger. O número não é muito distante da média nacional, que revela que 34,2% dos homens não têm esse cuidado. “Isso é preocupante e mostra que o uso do preservativo continua muito aquém do desejado. O hábito de se proteger é algo que tem que ser ensinado desde a infância, é muito mais difícil mudar um comportamento depois de adulto”, observa a pesquisadora. Segundo ela, o uso da camisinha é mais freqüente entre homens homossexuais. “A mulher ainda negligencia mais sobre isso, se o parceiro toma a iniciativa de usar ela não se queixa, até se sente valorizada, mas ainda não aprendeu a cobrar”, afirma.

A repórter viajou a convite da Pfizer.
Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=831770&tit=Curitibano-e-o-que-menos-faz-sexo
terça-feira, 25 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
PERCA O TEMOR
Saem de casa só quando não tem outro jeito, por temer a violência.
Não fazem amigos porque temem se aproximar de alguma pessoa indesejável.
Deixam de conhecer alguém especial por temor de estreitar laços com estranhos.
Perdem oportunidades de adquirir novos conhecimentos porque temem não ter capacidade para aprender.
Evitam expor seu verdadeiro caráter por temer o julgamento dos outros e a não aceitação.
Não se entregam a um grande amor por medo de sofrer.
Abdicam de ocupar uma posição melhor na empresa porque temem não dar conta do recado.
Não abrem mão de costumes e idéias cristalizadas por medo de enfrentar o que é diferente ou é novo.
Deixam de fazer investimentos por temor de uma mudança brusca na economia.
Como se pode perceber, o temor é um grande obstáculo ao progresso e à felicidade de muitas criaturas, na face da Terra.
Assim, se você é uma dessas pessoas que guarda temor de alguma coisa, pense nas muitas vantagens que teria se superasse esse grande obstáculo.
Perca o medo de ser vulnerável e sinta a emoção de um abraço de ternura.
Perca o temor de trovoada, e admire os benefícios que os raios luminosos trazem à atmosfera terrestre.
Perca o temor de ficar em silêncio e ouça a melodia dos anjos.
Perca o temor de viver o bem que já sabe e sinta a leveza de uma consciência tranqüila.
Perca o medo de ser simples e desfrute o prazer da verdadeira liberdade.
Perca o temor do vento, e observe a grande contribuição dessa maravilhosa força que espalha sementes e acalma o calor.
Perca o medo de perder tempo e viaje no murmurar de um riacho, alce vôo com as andorinhas, ouça a música do entardecer, fale com as estrelas, diga à lua para levar um recado ao seu amor que está distante.
Perca o medo de se arriscar e retire as grandes lições que trazem as derrotas.
Perca o temor de superar seus limites e contemple os horizontes que estão além das montanhas.
Perca o medo do amanhã, e receba de presente o hoje.
Perca o temor de dar o primeiro passo e prepare-se para a alegria da chegada.
Perca o temor de não estar sempre com a razão e aprenda com a sabedoria dos outros.
Liberte-se do medo da morte e ganhe a imortalidade.
Abandone a culpa e prepare-se para as alegrias de uma vida de acertos.
Perca o medo de ser feliz, e abra-se para gozar tudo o que a vida oferece de útil e agradável.
Perca o medo de errar, e prepare-se para a chegada vitoriosa.
Perca o temor das cicatrizes e renda-se ao inebriante poder do amor.
Pense nisso!
Se você sente que o temor está sendo um empecilho a deter seus passos, livre-se dele e verá que o horizonte irá se abrir naturalmente.
E se, ao caminhar na direção desse horizonte, você perceber que ele se afasta de você na mesma proporção, não desanime, pois a finalidade do horizonte é essa mesma: a de fazer você caminhar para frente e para o alto. Sem temores nem incertezas.
(Desconheço o autor)
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
O GRANDE MENTECAPTO (PARTE 2)
(trecho de "O grande mentecapto", Fernando Sabino)
domingo, 16 de novembro de 2008
ORAÇÃO DE JABEZ
"Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão
e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!
Amém..."
Jabez
Enviada pela amiga "Docinho de leite" (Isabela)
SALDO NEGATIVO DO OCIDENTE
que roubar o pão da boca de um tailandês.
É muito mais grave jogar um papel ao chão na Suiça
que queimar uma floresta inteira no Brasil
Traumatiza mais a falta de uma barbie de uma menina inglesa
que a visão do assassínio dos pais de uma menino ugandês.
E isto não são versos; isto são débitos
numa conta sem provisão do Ocidente.
O texto acima é um recorte do poema de Fernando Correia Pina, poeta português,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ
Se eu morrer antes de você,
faça-me um favor:
Chore o quanto quiser,
mas não brigue com Deus
por Ele haver me levado.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar,
não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se alguns amigos contarem
algum fato a meu respeito,
ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo,
só porque morri,
mostre que eu tinha um pouco de santo,
mas estava longe
de ser o santo que me pintam.
Se me quiserem fazer um demônio,
mostre que eu talvez tivesse um pouco
de demônio, mas que a vida
inteira eu tentei ser bom e amigo.
Espero estar com Ele o suficiente para
continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever
alguma coisa sobre mim,
diga apenas uma frase:
- "Foi meu amigo,
acreditou em mim
e me quis mais perto de Deus!"
- Aí, então, derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la,
mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído,
irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando,
dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz
vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai,
aí, sem nenhum véu a separar a gente,
vamos viver, em Deus,
a amizade que aqui nos preparou para Ele.
Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos
como quem sabe que vai morrer um dia,
e que morramos como
quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu
para mais perto da gente,
e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você,
acho que não vou estranhar o céu...
Chico Xavier
(Foto tirada no parque do Passaúna, Curitiba/PR. Ao fundo: Repressa do Passaúna e Rodrigo Guedes)
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
SONHOS
nos seus sonhos mais profundos,
navegam seus anseios, seus desejos reprimidos
e condenados por si mesmo...
Em seu íntimo voa... voa... voa...
sem sentido, sem direção...
apenas voa e sente a brisa, a liberdade
e sonha, com seus sonhos mais profundos de seus anseios e desejos reprimidos...
(r.guedes)
terça-feira, 4 de novembro de 2008
A CANÇÃO DOS HOMENS AFRICANOS
Quando nasce a criança, a comunidade se junta e lhe cantam a sua canção.
Logo, quando a criança começa sua educação, o povo se junta e lhe cantam sua canção.
Quando se torna adulto, a gente se junta novamente e canta.
Quando chega o momento do seu casamento a pessoa escuta a sua canção.
Finalmente, quando sua alma está para ir-se deste mundo, a família e amigos aproximam-se e, igual como em seu nascimento, cantam a sua canção para acompanhá-lo na "viagem".
Nesta tribo da África há outra ocasião na qual os homens cantam a canção. Se em algum momento da vida a pessoa comete um crime ou um ato social aberrante, o levam até o centro do povoado e a gente da comunidade forma um círculo ao seu redor. Então lhe cantam a sua canção.
A tribo reconhece que a correção para as condutas anti-sociais não é o castigo; é o amor e a lembrança de sua verdadeira identidade. Quando reconhecemos nossa própria canção já não temos desejos nem necessidade de prejudicar ninguém.
"Teus amigos conhecem a "tua canção" e a cantam quando a esqueces.
Aqueles que te amam não podem ser enganados pelos erros que cometes ou as escuras imagens que mostras aos demais.
Eles recordam tua beleza quando te sentes feio; tua totalidade quando estás quebrado; tua inocência quando te sentes culpado e teu propósito quando estás confuso.
Tolba Phanem
sábado, 1 de novembro de 2008
SOBRE O TEMPO E JABUTICABAS
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus. Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes; nunca será perda de tempo.
O essencial, faz a vida valer a pena...
Autor Desconhecido